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CC Viagens: uma agência que torna sonhos em realidade

Carla Caldas é uma mulher feliz e lutadora. Ao longo dos anos, ultrapassou alguns desafios, mas sempre se ergueu com garra. Gosta de viajar com a família e os amigos, conhecer novos lugares, mas também ama estar em casa a ver um bom filme ou a ler um livro. Há três anos, assumiu-se no papel de mulher empreendedora e criou a CC Viagens: uma agência que torna sonhos em realidade. Vale a pena conhecer a agência e as novidades que existem à disposição.

Dream News (DN) – Define-se como uma sonhadora? O que a moveu para, em 1995, escolher para o seu futuro um Curso Superior ligado à área do Turismo?

 Carla Caldas (CC) – Bastante sonhadora e luto o que puder para concretizar os meus sonhos. Alguns chegam a ser possíveis de concretizar, outros nem por isso, mas tento! A escolha do Curso Superior de Turismo foi, por mais estranho que pareça, um acaso! O que queria na altura era entrar no Curso de Geografia e Planeamento Regional, mas não consegui entrar por dois valores. Uma frustração naquele momento, mas que me deu a oportunidade de fazer o que eu ainda não sabia que amava tanto. O Curso Superior de Turismo foi o que na altura ainda tinha vagas numa turma extra. Os meus pais e o meu namorado, da altura e futuro pai do meu filho, tanto insistiram comigo para não desistir dos estudos, que acabei por ceder, e lá fui eu! Foi a prova de que “há males que vêm por bem”. Não consegui o que queria na altura, mas fiz algo melhor sem saber!

DN – Quando realiza alguma viagem, quais são os seus destinos favoritos?

CC – O meu destino favorito é, sem dúvida, Caraíbas, em especial a zona de Samaná, no norte da República Dominicana. Local lindíssimo e onde me sinto em casa e em paz cada vez que lá vou. Na Europa, os meus destinos de eleição são Malta, Croácia, Grécia, Itália e Ilhas Baleares. De resto, os países que ainda não conheço são sempre a minha próxima escolha, até para poder aconselhar bem um cliente é preciso experienciar o destino.

DN – Como e onde iniciou a sua carreira ligada às agências de viagens?

CC – Assim que acabei o curso em junho de 1998, comecei a estagiar no Club 1840 (o antigo operador Turístico das Viagens Abreu) e, no fim do estágio, ingressei a equipa da Abreu em Cascais, onde estive na retaguarda e, para além, de fazer a caixa, solicitava as reservas a hotéis e outros serviços ainda por fax, os bilhetes de avião eram em papel continuo e os vouchers eram escritos na máquina de escrever. Realmente, já passaram muitos anos.

DN – Qual é o balanço que faz do trabalho que desenvolveu nas várias agências onde desempenhou funções?

 CC – Dia 1 de abril 2000, entrei para a Soltour onde fiquei 10 anos no departamento de reservas individuais e de grupos. É uma “casa” que me continua a acompanhar e que eu tenho muito orgulho de ter feito parte. Ainda hoje sinto que faço parte, mas mais à distância. É um operador de confiança, em todos os níveis. Saí da Soltour, não só por questões pessoais, mas porque também aceitei um convite da Top Atlântico. Estive três anos na Top Atlântico, divididos por duas lojas e só saí numa fase em que houve a necessidade de restruturar a empresa e fomos muitos convidados a sair, inclusive funcionários de topo com muitos anos de casa. Foi uma fase muito complicada. Entre setembro e dezembro 2023, tive uma ajuda do David Coelho, na Tryvel, elaborei alguns programas temáticos e em contrapartida podia continuar a dar apoio à minha carteira de clientes. Em dezembro, surgiu a oportunidade de fazer algo completamente diferente do que tinha feito até agora – entrar para a Cosmos, para o Departamento Corporate Angola. Como não sou de cruzar os braços, fui sem medos e correu muito bem, ao ponto de receber um convite da Alive para incorporar uma das equipas deles. Em maio de 2018 decidi sair. Estava cansada dos empresários angolanos e fui para a Osíris, desta vez para o Departamento Corporate Portugal (Estado e Privado). Mais um novo cenário, mas as bases são as mesmas. Os cuidados a ter com os clientes, as regras a ter em conta, são as mesmas. Veio a pandemia, uma fase complicada para todos nós. Todos chegámos aos nossos limites e eu cheguei ao meu. E decidi sair da Osíris sem planos de futuro. Acredito que a sorte protege os audazes e, poucos dias depois, surgiu a oportunidade de abrir uma sucursal da Zenitravel em Torres Vedras que acabou por fechar um ano depois. Trouxe de cada uma delas, para além de bons amigos para a vida, trouxe também os melhores exemplos e ensinamentos. Alguns ainda os uso no meu dia a dia e que fazem de mim uma profissional de excelência. Sou muito grata a todos os que me têm acompanhado, nesta aventura de vida.

DN – Criar a CC Viagens foi um sonho que concretizou?

 CC – Quando a agência onde trabalhava fechou a delegação em Torres Vedras, vi-me na “obrigação” de finalmente seguir em frente com o sonho antigo de ter a minha própria agência de viagens. Na altura, o intuito foi para não deixar os meus clientes desamparados. A pandemia tinha dado tréguas, e os meus clientes queriam voltar a viajar. Já tinha todos os conhecimentos, nas mais variadas áreas do Turismo e podia arrancar com o negócio sozinha. Foi tudo feito da melhor forma possível, mas sem grandes espectativas de início. Tem corrido bem, mas tem sido sempre com “baby steps”, como se costuma dizer, com muita certeza do que quero.

DN – O seu profissionalismo e a sua dedicação fazem com que a CC Viagens seja uma agência especial? Como a define?

CC – Profissionalismo, dedicação e paixão são os pilares da CC Viagens. Não sou só mais uma agente de viagens a vender pacotes, eu crio experiências pensadas ao detalhe, com um toque pessoal que faz toda a diferença. Cada cliente sente-se ouvido, compreendido e acompanhado, antes, durante e até depois da viagem. Seja a oferecer programas “chave na mão” ou a acompanhar diretamente no aeroporto, estou onde é preciso estar e isso transmite segurança, que é ouro no setor das viagens.

DN – Qual é a missão e os valores da CC Viagens?

CC – Com dedicação, originalidade, eficiência, dinamismo e profissionalismo, a missão da CC Viagens é, primeiro que tudo,  fazer as pessoas felizes com as viagens que fazem. Ajudar a realizar as viagens de sonho em família, em casal ou com amigos, sem preocupações, criando memórias de uma vida. Marcar aquela viagem para ir ter com o seu cliente e fechar um grande negócio. Viajar de maneira inteligente e eficiente, poupando tempo e dinheiro para as viagens seguintes.

DN – Um determinado cliente deverá escolher viajar com a CC Viagens porquê?

CC – Porque vai ter um acompanhamento desde o primeiro contacto, quer seja para uma viagem de lazer ou de negócios. É tudo planeado ao detalhe, sabendo as preferências e necessidades dos clientes. Principalmente numa viagem de negócios, sabendo onde o cliente necessita de estar, onde são as reuniões ou visitas e horas e cumprir, posso organizar tudo, de forma a que, perca pouco tempo e gaste o menos possível em deslocações no local. E caso existam contratempos, que pode infelizmente acontecer, eu estou do lado de cá para resolver, para que o cliente possa continuar com o seu objetivo de viagem. Uma viagem tem de ser uma boa experiência, e estando deste lado 24 horas para os clientes em viagem, é uma segurança para qualquer viajante. Em viagens de lazer, tenho por norma acompanhar os clientes no aeroporto de Lisboa, durante os procedimentos de check-in. Todos sabemos que o aeroporto de Lisboa está um caos, e os clientes sabendo que têm lá alguém com eles para garantir que o início da experiência corra na perfeição, é uma mais valia. Já aconteceu estar com clientes no aeroporto, voos cancelados e em pouco tempo, localmente consegui arranjar solução e os clientes seguiram viagem. Se não estivesse ao lado deles, possivelmente não tinham viajado no mesmo dia.

DN – A CC Viagens tem à disposição dos clientes programas especiais para as diferentes alturas do ano? Que novidades existem disponíveis para o verão de 2025?

CC – Sim, claro! Todo o ano é bom para viajar, e por isso temos uma variedade imensa de programas especiais para cada altura do ano e para cada tipo de cliente. Este verão a novidade é Jamaica, este ano voltamos a ter um voo charter semanal com saída de Lisboa, a partir de 4 junho. Enfidha, na Tunísia, é também uma novidade deste ano, com voo direto desde Lisboa e do Porto a partir de junho também, onde se pode encontrar praias de águas cristalinas, cidades históricas e uma gastronomia rica. E a Costa norte do Egipto, Al Alamein, um tesouro escondido que combina praias de areia branca, águas cristalinas e um ambiente de luxo e descontração. Para além destas novidades, este verão surge novamente o charter direto de Lisboa para Samaná (o melhor cantinho do Mundo) às 6.ª feiras a partir de 27 junho, e também outros destinos como Punta Cana, Riviera Maya, Senegal, Ilha do Sal, Ilha da Boavista, Salvador, Maceió, Maurícias, Maldivas. Existem muitas opções, para todo o tipo de cliente.

DN – A CC Viagens também trabalha a área dos cruzeiros? Que opções existem para os clientes?

CC – Também trabalho com as mais diversas companhias de cruzeiros. A MSC é uma das mais prestigiadas e procuradas pelos clientes portugueses, mas temos também itinerários, por exemplo, com a Costa Cruzeiros, Royal Caribeean, Norweigean Cruise Line e a mais nova companhia, Virgin Voyages, uma companhia “fora da caixa” só para adultos. Os Itinerários mais procurados costumam ser o Mediterrâneo Oriental, Norte da Europa, Ásia e Caraíbas. As voltas ao Mundo também têm sido um sucesso e muitas companhias já têm este itinerário pelo menos uma vez por ano. À data de hoje, já se podem marcar itinerários com data de partida até fim de abril 2027.

Com dedicação, originalidade, eficiência, dinamismo e profissionalismo, a missão da CC Viagens é, primeiro que tudo, fazer as pessoas felizes com as viagens que fazem.    

Carla Caldas

DN – Segundo a sua experiência, hoje em dia, as pessoas optam por que tipo de destinos?

CC – Este ano em especial, está a ser um ano difícil e a maioria das pessoas optam por destinos mais em conta, como Marrocos, Tunísia, podendo assim não abdicar das suas merecidas férias em família. Depois, os destinos que são sempre os mais pedidos todos os anos são as Caraíbas, Cabo Verde, Zanzibar, Tailândia e Japão.

DN – Qual é o balanço que faz da existência da CC Viagens até ao momento e o que deseja para o futuro da mesma?

CC – O balanço tem sido positivo no geral. Há alturas em que o desafio se torna assustador, causado pelas notícias do dia a dia que fazem com que as pessoas se retraiam em relação às despesas de fazer uma viagem. Mas, acabam por ir de férias porque viajar é viver. É a única coisa que compramos que nosfaz ficar mais “ricos”. Desejo continuar o bom trabalho e fazer crescer a CC Viagens de forma a poder empregar colegas agentes de viagens de confiança, que gostam tanto do seu trabalho como eu, garantindo assim o bom serviço dos nossos clientes.  

 

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